Taxa de desemprego e pessoas fora da força de trabalho aumentam e preocupam

A taxa de desemprego subiu para 6,8% em fevereiro contra 6,5% em janeiro. Em dezembro, a taxa era de 6,2%. Considerando apenas dois meses, é uma alta expressiva, que pode indicar um desaquecimento da economia. Além disso, houve aumento também das pessoas fora da força de trabalho, ou seja, indivíduos com idade para trabalhar (15 a 64 anos), mas que optaram por não labutar. Hoje, no Brasil, esse grupo soma 66,9 milhões de pessoas, como estudantes, donas de casa e pessoas que vivem apenas de auxílios do governo.

Se somarmos o número de desempregados (7,5 milhões) mais os 66,7 milhões de pessoas fora da força de trabalho, temos 74,4 milhões de pessoas que tem teriam condições de trabalhar, mas estão fora do mercado, seja por vontade própria ou porque estão desempregadas. O número é muito alto para um país emergente que precisa produzir mais, e gerar mais renda, para tirar as pessoas da pobreza. A situação se torna mais grave, pois a produtividade da mão de obra daqueles que estão empregados é baixa comparativamente a outros países.

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Infelizmente, no Brasil, predominam ideias anacrônicas de intervenção do Estado e excesso de regulação no mercado de trabalho, que nada contribuem para a redução do desemprego ou levem as pessoas a trabalhar. Isso explica muito o nosso subdesenvolvimento.

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